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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Essa "Tal Liberdade"

Quando já estava no meio da minha revisão de geografia, percebi o quanto os adolescentes e jovens de hoje em dia se acha auto-suficiente pra tudo e acaba sendo desrespeitosos com seus pais ou mais velhos, sejam nossos avos, nossas bisavós e até mesmo algum parente como tia ou tio. Estudando a pirâmide etária pude ver que a maioria da população da terceira idade (60 pra cima) comparada a jovens de 20 á 24 anos e de adultos de 50 a 59, era maior, ou seja, possuía mais idosos do que jovens no mundo (o gráfico era do ano de 2009 a 2010), ai eu parei e pensei quantas vezes já viramos pra nossos pais e falamos “Ah você não me deixa sair, eu quero ser livre pra fazer o que eu quiser” e acabamos indo de contra o que realmente está certo, muitas vezes nossos pais nos proíbe de fazer algo na qual lá na frente nos irá fazer um mal e tanto, nem é pelo fato de querer ser auto superior e ter a ultima palavra é pelo simples fato dos adolescentes de hoje em dia ser tão idiotas a ponto de achar que NADA IRÁ ACONTECER com ele. Mais se enganam, em uma reportagem do jornal nacional, alegou que morre mais jovens do que pessoas com idade superior a eles, pais enterrando seus próprios filhos na qual deveria ser ao contrario, e ai eu pergunto: Será que vale mesmo a pena essa “tal liberdade”? Sair e chegar tarde da noite, se drogar, destruir sua própria vida, a ponto de acarretar doenças terminais? Acho que assim como eu, todos os adolescentes deveria pensar antes de virar e falar nessa “tal liberdade”, ou vai acabar acontecendo o que agente está vendo nos livros, a população adulta, cada vez menor tendo que trabalhar para manter a população idosa em continuo crescimento. E ver esses nossos jovens de hoje em dia morrer como se fosse algo normal, o que está sendo com o passar dos anos.

domingo, 28 de novembro de 2010

Hoje eu corri debaixo de chuva (...)


De peito aberto contra as lembranças e pensamentos que sempre me atormentam e me deixam saudoso com tudo aquilo que já passou. Mas já passou. Meus pés atingiram as poças que agora trilham meu novo caminho e eu não sei o que me espera na próxima esquina. Ali posso começar tudo de novo; mas também posso pôr um fim no recomeço. O quão obscuro é o futuro? Eu sou seu refém. Refém do que pode me trazer e do que pode me tirar. Amanhã eu posso não estar aqui. Eu posso estar lá. Ah, como eu queria estar lá. Fazer de lá meu agora, fazer disso meu momento. Mas não vou correr o risco de tropeçar no meu maior inimigo. Meu maior inimigo sou eu mesmo, e esse eu que há de ser vencido. Expectativas e apreensões. Virtudes e defeitos. Tudo corre lado a lado, tão próximo que a qualquer momento tornar-se-ão um só. Os dias voam como eu nunca pensei que voariam. Me deixam pra trás, me deixam ao relento. Me sinto vagaroso em relação ao vento e inútil na tentativa de vencê-lo. Sou como uma praia à mercê de uma grande onda, que lavará tudo o que encontrar pela frente. Pois que me lave. Pois que me leve, e que no mar eu encontre minha utopia. Aquela que independente da dificuldade de minha caminhada, estará sempre a dois passos de mim, e a nenhum da eternidade.